Cursinho José Saramago

"Dentro de nós há uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos."

terça-feira, 26 de julho de 2011

A repressão chilena no Memorial da Resistência


O Memorial da Resistência de São Paulo apresenta a exposição “Arpilleras da resistência política chilena”, com 28 trabalhos em tecido, realizados nos anos 1973 e 1980, além de documentos, livros e vídeos. A mostra fica em cartaz entre os dias 30 de julho e 30 de outubro.
A arpillera é uma técnica têxtil com raízes numa antiga tradição popular iniciada por um grupo de bordadeiras de Isla Negra, no litoral chileno. Neste trabalho, retalhos e sobras de tecidos são bordados sobre sacos de batatas ou de farinhas.
Em uma das arpilleras exposta, “Corte de água” (1980), nota-se homens e mulheres segurando baldes. Trata-se de uma resposta do povo para aqueles que cortavam o fornecimento de água potável para marginalizá-los, e também para impedir que saíssem para protestar.
Já em “Paz, Justiça, Liberdade” (1970), são exibidas formas, técnicas e desenhos típicos da época. Retalhos variados expressam uma ação de protesto não violento num subúrbio de Santiago. A Cordilheira dos Andes, o sol e o uso de personagens tridimensionais também são comuns nas arpilleras desse período.

Serviço

O Que:Arpilleras
Quando:
  • de 30/07 a 30/09
    • TerçasQuartasQuintasSextasSábados e Domingos das 10:00às 18:00
Quanto:Catraca Livre
Onde:
Memorial da Resistência de São Paulo
Endereço:Largo General Osório, 66 - Centro - São Paulo (SP). Telefone: (11) 3335-4990.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Venham pra o cursinho

Gente por favor vamos comparecer ao cursinho no próximo sábado, para assistir documentários de diversas temáticas com discussões no final.



                                                         SERÁ SUPER LEGAL.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Mais de 30 filmes rock n'roll


Mês do rock e a Galeria Olido fez questão de reservar sua programação para o gênero musical mais tocado ao redor do mundo. Além das atrações musicais na Vitrine e o show da banda punkInocentes, o espaço também exibe a mostra de filme “Rock Cine Clube”, de 1 a 27 de julho, com entrada a R$ 1.
The Who, Joy Division, Nirvana e outros nomes da música têm suas histórias adaptadas para as telonas.
Programação completa veja no link acima

Pinacoteca do Estado convida para palestra sobre Gerhard Richter

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Aulas nas Férias

Olá pessoal!

Tudo bom?
Aproveitando esse início de férias?

Enfim, para os que não forem viajar, o cursinho vai continuar tendo aulas especiais nessas próximas duas semanas, e voltamos com aulas normais no fim do mês (30/7).
As atividades nessas duas semanas especiais serão só de manhã, das 9h as 12h. Faremos algumas discussões e veremos documentários e curtas.

Esperamos vocês!

Abraços,
Júlia

Notícias de vestibulares

Pessoal! Fiquem atentos as datas!!

A Parada do Orgulho LGBT: Carnaval fora de época ou uma grande festa política?


Olá pessoas,

Segue link do texto sobre as Paradas LGBT que Dário Neto escreveu
para a revista Caros Amigos.
Por favor, peço que divulguem.

A oposição combativa e o 52° CONUNE: a saída é pela esquerda!


A oposição combativa e o 52° CONUNE: a saída é pela esquerda!

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Nathalie Drumond e Rodolfo Mohr*
No último período, uma combinação rara de acontecimentos até então inéditos indica que estamos vivendo apenas o começo de uma nova etapa. O próximo Congresso da UNE vai acontecer numa conjuntura especial. Três elementos, para nós, parecem fundamentais: a nova situação que se abre no mundo, o crescimento inegável da esquerda nas principais universidades brasileiras e a postura defensiva da UJS no debate político atual.
O lugar da Oposição de Esquerda nesse processo, como sujeito ativo, é fundamental. Neste breve artigo, queremos expor algumas de nossas visões. Sobretudo, queremos compartilhar propostas para iniciar  um diálogo fraterno entre o conjunto da oposição. De uma coisa estamos convencidos: Tahrir, Puerta del Sol e Syntagma demonstram que o tempo das ruas está de volta. A tarefa da esquerda estudantil brasileira é organizar-se, construindo amplo lastro nas universidades e escolas, para construir a principal arma de barganha desses novos tempos: as barricadas.
A juventude e a nova “onda” de mobilizações no mundo
Nas últimas duas décadas, a ofensiva ideológica do capital atingiu em cheio a juventude. O individualismo parecia ser a principal saída para seus dilemas. Apesar de importantes inflexões como a mobilização da juventude de Seattle (1999) e o movimento antiglobalização, a ação juvenil coletiva não deu a tônica nos grandes temas sociais ao longo dos “duros” anos do auge do neoliberalismo.
O ano de 2011, no entanto, trouxe uma nova geração para a luta política e social.  A autoimolação de um jovem graduado de 26 anos foi o que desatou a revolução dos Jasmins na Tunísia. A juventude tomou as ruas e os perfis das redes sociais para derrubar Mubarak no Egito. Jovens agora tomam as ruas contra a crise européia. Na Espanha, são os “indignados”. Em Portugal, a “geração à rasca” e, na Grécia, os “aganaktismeni”.
Em 14 de julho, quando estiver começando o 52° CONUNE, num sinal dos tempos, milhares de estudantes chilenos promoverão uma intensa  jornada de greve e mobilização, dando prosseguimento ao conjunto de lutas estudantis que atravessa o país contra a precarização da educação. A mobilização do Chile, somada à luta estudantil no sul do Peru, é fundamental. Trata-se da primeira expressão no continente latino-americano das lutas de jovens que vemos tomar os continentes europeu e africano.
No Brasil, ainda que não tenhamos, por enquanto, um novo cenário, já é possível sentir um “novo clima”. Ele esteve presente nas manifestações recentes como a “Marcha da Liberdade”. Pudemos senti-lo nas lutas por tarefas democráticas, como por exemplo a que os estudantes da UFCSPA travaram contra a corrupção da reitora ou aquela travada pelos estudantes da PUC/RS e de tantas outras universidades contra as máfias estudantis que controlam DCEs. A enorme onda em prol dos direitos das mulheres e o fortalecimento, entre os jovens, da luta LGBT também são frutos desse novo período.
Uma das últimas capas da revista Carta Capital esteve bastante sintonizada com esse momento ao destacar a relação entre a luta juvenil, o uso das redes sociais, as lutas na Europa e a expressão que tomou a revolução no mundo árabe. O título não poderia ser mais sugestivo: #Proteste. As próximas lutas estudantis por mais verbas, assistência estudantil ou democracia certamente serão impactadas por esse novo momento. Se o CONUNE vai acontecer numa onda de frio que assola o país, podemos esperar uma primavera estudantil quente do ponto de vista das lutas.
Oposição de Esquerda dirige os principais DCEs de Norte a Sul do Brasil
É fundamental destacar a força e a capilaridade que a Oposição de Esquerda, organizada em diversos coletivos, adquiriu no último período. Hoje, os DCEs mais importantes e representativos, das principais universidades do país, são influenciados por coletivos que atuam nesse campo.
Vejamos de perto: no Rio Grande do Sul, os DCEs da UFRGS, da UFCSPA e da UFPEL têm cumprido um papel fundamental nas mobilizações recentes. Já na PUC/RS, os coletivos que impulsionam a oposição conquistaram uma importante e histórica vitória contra a máfia que controla o DCE há décadas ao impor a convocação inédita de eleições limpas para os próximos meses. A esquerda também venceu, recentemente, a eleição para o DCE da UNIFRA em Santa Maria. No Paraná, o DCE da UFPR é uma referência para todas as lutas, com grande participação na defesa da democratização da comunicação. No Rio de Janeiro, a esquerda venceu importantes eleições no último período:  UERJ, UFF e Unirio, onde manteve seu importante trabalho. Além disso, é de se destacar o peso, ainda que não seja majoritário, dos companheiros do coletivo Levante na UFRJ e na PUC/RJ.
Em São Paulo, o DCE-Livre da USP está muito fortalecido e tem sido exemplar na tarefa de construir uma entidade combativa, ampla e democrática. No DCE da Unicamp, a esquerda possui um histórico e enraizado trabalho. Poderíamos destacar outros inumeráveis casos Brasil afora: da luta contra a corrupção na Assembléia Legislativa paraense em que os DCEs da UFPA e da UEPA têm papel decisivo ao valente enfrentamento que os estudantes capixabas e o DCE da UFES protagonizaram contra o aumento das passagens, a Oposição de Esquerda esteve presente disputando consciências e organizando a luta!
O fato é que a esquerda chega ao CONUNE com um grande peso e muita responsabilidade. Seu desafio é igualmente grande: aproveitar a oportunidade para construir um espaço comum e articular um calendário de lutas para o biênio 2011-2013 para enfrentar os cortes de verbas, unir a luta contra o aumento das passagens e  colocar, no centro de nossa intervenção, uma luta real e séria acerca da bandeira dos 10% do PIB para a educação. Devemos reunir mais de mil ativistas, representativos, da Oposição de Esquerda no CONUNE, número ainda não visto em outras ocasiões.
Nesse momento, está claro que nossa luta não começou no CONUNE nem terminará após ele. Utilizando-o como um meio para organizar uma intervenção unitária e consistente da Oposição de Esquerda no próximo período, poderemos avançar para estar à altura do que os novos tempos exigem.
Maquiagens já não bastam e a UJS está na defensiva
Ao contrário dos últimos CONUNEs, o campo governista terá peso numérico, mas desgaste político. Os primeiros 6 meses do governo Dilma não deixam espaço para dúvidas: os casos de corrupção, que derrubaram Palocci e Nascimento; a crise do governo Cabral (aliado de primeira hora de Lula e Dilma); e o corte de R$ 50 bilhões no orçamento (sendo R$ 3,1 bilhões da educação) em contraste com o contínuo fluxo de bilhões de reais dos cofres públicos para o sistema financeiro internacional ou para financiar negócios lesivos ao povo brasileiro (como os R$ 4 bilhões do BNDES que o governo pretende destinar à fusão de Pão de Açúcar e Carrefour) demonstram a submissão do campo governista – na UNE, capitaneado pela UJS – aos interesses da grande burguesia brasileira e de seus agentes políticos sempre ávidos por nomeações, cargos e contratos.
O comprometimento da UJS/PCdoB vai além: os escândalos no Brasil da Copa e da Olimpíada escancaram seus laços com as empreiteiras e as fartas possibilidades de negócios que agora as “licitações secretas” abrem. O esporte, que deveria servir como instrumento para a educação dos jovens, a saúde e o divertimento do povo brasileiro, nas gestões “comunistas”, tem sido administrado sob uma lógica que privilegia os cartolas, as máfias da CBF e do COB e o monopólio da comunicação no Brasil.
O elemento de maior desgaste para este setor, no entanto, são as vergonhosas alterações no Código Florestal lideradas por Aldo Rebelo (PCdoB), um ex-presidente da UNE e ex-comunista que agora é celebrado pela bancada ruralista. Mesmo durante a luta contra a reforma universitária, a UJS  enfrentou o debate utilizando o PROUNI (e sua base social) como escudo e legitimação. Com as alterações no Código Florestal, porém, os malabarismos serão muito mais difíceis e injustificáveis, já que quase todos, nas ruas e universidades públicas ou privadas, o repudiam. Como explicar a aliança com o que há de mais atrasado e retrógrado na política brasileira? O apoio a Aldo Rebelo é inexplicável sob qualquer ponto de vista progressista: 80% da opinião pública são contrários às mudanças no Código Florestal.
A hora da esquerda “indignada”: devemos nos preparar para o novo período!
Por tudo isso, está claro que o momento é de unir a esquerda para enfrentar coletivamente, a muitas mãos, esse novo cenário. Para nós, a possibilidade de fazê-lo está hierarquizada por uma tarefa fundamental: construir um Bloco de Esquerda, que, por dentro e por fora da UNE, possa ser uma expressão dos anseios de transformação da juventude indignada brasileira.
A capilaridade da Oposição de Esquerda é uma realidade. Estamos presentes nas principais universidades brasileiras e fomos protagonistas decisivos das mobilizações recentes no país. Precisamos, contudo, avançar no sentido de construir uma alternativa mais unitária que nos coloque em melhor situação para disputar consciências e organizar e lutas que virão. A realidade abre-nos novas possibilidades e desafios. Estamos convencidos de que os próximos passos devem passar pela organização de um Bloco de Esquerda entre os setores de oposição. Soubemos enfrentar momentos difíceis e apostar, sem atalhos, numa política ao mesmo tempo combativa e ampla com a qual pudemos chegar até aqui. Devemos avançar.
Recentemente, os companheiros do PSTU mostraram, mais uma vez, que a política simplesmente orientada pela disputa autoproclamatória da vanguarda é incapaz de ser uma alternativa a amplos setores e de avançar na organização da luta da juventude brasileira. Mesmo sendo a prioridade semestral do PSTU, apesar de seu enorme esforço, o I Congresso de sua entidade, a ANEL, não conseguiu ser mais amplo do que a base que os companheiros movimentam cotidianamente nas universidades. A polêmica travada entre o PSTU e seus rachas minoritários à esquerda sobre se é ou não correto apoiar a luta dos bombeiros do Rio de Janeiro – algo que recorrer ao bom senso já resolveria – demonstra o limite de disputa desta entidade.
O Bloco de Esquerda deve pautar a realidade da juventude no Brasil e todos os temas que a movem durante e depois do CONUNE. O Bloco deve, para nós, ter uma composição, inclusive de chapa no CONUNE, que respeite, sem ruídos ou desencontros, critérios democráticos, como proporcionalidade na direção, rodízio nos cargos, direito de voz às posições minoritárias e decisões em instâncias do Movimento (plenárias e assembleias).
A construção da campanha por 10% do PIB para a educação (#10%já!) será a prova de fogo. Nela, devemos valorizar DCEs, CAs, DAs, Federações e Executivas de curso para fazer um grande mutirão da esquerda estudantil, como foram os plebiscitos sobre ALCA e a dívida a seu tempo. O Bloco deve ter como primeira grande tarefa contribuir para organizar uma campanha popular que rompa os muros das universidades.
Juntos!, uma organização de juventude que se fortalece como nova alternativa, coloca-se à disposição da batalha para evitar a dispersão e o fracionismo, separando o secundário do principal e oferecendo o melhor de seus esforços para aproveitar a oportunidade que está posta: fortalecer a nova direção que está surgindo para as batalhas que virão!
*Nathalie Drumond (diretora do DCE-Livre da USP) e Rodolfo Mohr (diretor do DCE da UFRGS) são militantes do Juntos

terça-feira, 12 de julho de 2011

Conexão musical em solo latino-americano


"Soy Loco por ti América" reúne músicos sul-americanos no projeto do Centro Cultural Banco do Brasil
O CCBB (Centro Culural Banco do Brasil) estreia nesta terça, 5, o projeto musical “Soy loco por ti América”, que vai até o dia 26. Com entrada a R$ 6, o público confere shows de artistas nacionais e internacionais em dois horários: às 13h e às 19h30.
Sob direção artística de Paulinho Moska, a programação traz quatro encontros, confira
DIA:19/07
Lisandro Aristimuño (Argentina) e Marcelo Jeneci
divulgação
Lisandro Aristimuño
O cantor argentino Lisandro Aristimuño chega ao Brasil com repertório que inclui influências do folk, música eletrônica e pop. Ao seu lado, Marcelo Jeneci, instrumentista brasileiro, responsável pelas cançõesAmado e “Sim”, regravadas por Vanessa da Mata.



DIA:26/07
Francisca Valenzuela (Chile) e Ana Cañas
divulgação
Francisca Valenzuela
No último dia do projeto, duas vozes femininas sobem ao palco do CCBB. Francisca Valenzuela é poetisa e instrumentista e possuí dois discos lançados, sendo o último deles “Buen Soldado”. Nasceu e viveu na Califórnia (EUA) até os 13 anos e então foi morar em Santiago, no Chile.
Ana Cañas estreou com o disco “Amor e Caos”, em 2007 e cantou ao lado de nomes conhecidos da música brasileira, como Nando Reis em Pra você guardei o Amor.

A literatura como orientação de vida



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A literatura como orientação da vida
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Tô No Rumo - Jovens e Escolha Profissional





Rede prepara para o vestibular e promove formação política
 (Marcelo Morais)

Os jovens egressos de escolas estaduais, municipais ou federais ainda são minoria na principal universidade pública do país. Dados da Pró-Reitoria de Graduação de Universidade de São Paulo (USP) mostram que, em 2010, 78% das matriculas da maior universidade da América Latina eram de alunos que tinham estudado em escolas particulares. Apenas 22% eram de ex-alunos de escolas públicas.
Parte do problema decorre do processo altamente seletivo de acesso à USP. O exame da FUVEST tem um custo oneroso para os mais pobres, a taxa de inscrição custa R$120, e é tão intimidador que os estudantes de escolas públicas já são minoria desde a lista de inscritos para as provas do vestibular.
Com o intuito de alterar essa realidade, desde 2007, a Rede Emancipa de cursinhos populares foi criada por iniciativa de alunos e ex-alunos da própria USP. A rede, que conta hoje com 16 cursinhos e cerca de 150 profissionais voluntários, oferece aulas e atividades culturais, políticas e sociais que facilitem o acesso e a preparação de jovens pobres e oriundos de escolas públicas à universidade.
Segundo Bianca Cruz, coordenadora da Rede Emancipa, em São Paulo visitas às instituições públicas de ensino superior fazem parte do programa de mobilização de jovens. “Reunimos os alunos para conhecer a USP, realizamos debates sobre a universidade e suas profissões e promovemos visitas às faculdades e museus da universidade. Em 2010, a visita a USP reuniu mais de 250 alunos e 30 professores”.
Presente em três estados brasileiros – São Paulo, Rio Grande do Sul e Pará – a Rede oferece cerca de 1300 vagas em seus cursos preparatórios para o vestibular. Não há processo seletivo para os participantes e todas as atividades são inteiramente gratuitas. Não há nenhuma taxa de adesão e os materiais, produzidos pelos próprios professores, são disponibilizados por fotocópia ou eletronicamente por e-mail.
Os endereços das unidades e outras informações podem ser obtidas no site da Rede Emancipa (http://redeemancipa.org.br).

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Inscrições para o PASUSP (SUPER IMPORTANTE)

Vocês precisam se inscrever no PASUSP para te direito ao bônus para estudantes de escola púlica

Informações no site:

http://redeemancipa.org.br/2011/07/inscricoes-para-o-pasusp/


MAIS INFORMAÇÕES:

http://www.prg.usp.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=205&Itemid=173